sábado, janeiro 12, 2008

Orgulho e Preconceito - série

No catálogo da Ediouro do final da década de 80 em que achei Jane Eyre tinha outro clássico romântico obrigatório: Orgulho e Preconceito da escritora britânica Jane Austen, da mesma coleção [não encontrei com a mesma capa e tradutor (Lúcio Cardoso) da minha pra botar linque aqui... As edições atuais disponíveis, da Ediouro e a da Martin Claret, foram traduzidas por outros profissionais (ótimo motivo para ter esperanças de um dia ler a série Harry Potter com uma tradução decente, heh)]. Também faz parte da minha lista de Top Favoritos, algumas posições abaixo de Jane Eyre.

Nada mais natural, portanto, que eu aproveitasse pra baixar os seis episódios da minissérie da BBC pra assistir, ainda mais porque [não me atirem pedras!] a minha versão favorita da história é O Diário de Bridget Jones, niqui o ator Collin Firth interpreta a edição moderna do Mr. Darcy que fez tanto sucesso em 1995 [a propósito, a famosa cena do mergulho no lago está no episódio 3: nham nham!].

Passei a gostar mais ainda da história: o roteiro captou as idéias centrais do livro - algumas, eu confesso, não tinha captado quando li - e Jennifer Ehle fez uma Lizzy Bennet bem do jeitinho que eu imaginava: delicada mas com um senso de humor agudo, educada e polida mesmo quando emitia seus pontos de vista mais duros. A caracterização das personagens, aliás, me capturou dicumforça!

Não vou comparar com a versão para cinema com a Keira Knightley porque... Bem, eu assisti mas não lembro de nada. Desconfio que achei marromeno, nem muito bom nem horrível - senão eu lembraria, né? Né?

Tenho a vaga memória de que foi muito centrado na personagem de Keira - como o livro o é, no fim das contas: apesar de ser narrado na 3ª pessoa, é Lizzy Bennet quem fica sob o holofote o tempo todo, o que ela diz, o que ela faz, o que ela pensa. Na minissérie a presença de Mr. Darcy é maior, percebemos melhor a evolução dos seus sentimentos. Outros personagens também ganham mais destaque, e foi aí que descobri onde mais estavam o orgulho e o preconceito do título que perdi na leitura, além do par central.

Recomendo a minissérie com entusiasmo. E o livro - se possível no original junto com Sense And Sensibility [meu favorito da autora] e Emma [não me taquem pedras de novo, mas minha versão filmada favorita desse livro é... As Patricinhas de Beverly Hills].

* Resenha muito boa em português brasileiro do livro no blogue Bookworm

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sexta-feira, janeiro 11, 2008

Xeretices

Estábamos, miguxo e eu, assistindo House ontem à noite e trocando figurinhas - quase um diálogo até nos títulos, ele com Need to know e eu com You don't want to know - quando um nome nos créditos saltou-se-lhe aos olhos por fazer sempre o papel de enfermeira, num monde série e filme.

Craro que xereta aqui foi atrás.

Bobbin Bergstrom é uma enfermeira formada que trabalha como conselheira na série, ensinando os atores a agirem como médicos e os artistas convidados a fingirem os seus sintomas da doença da semana [v. podcast no Voccine]. Ela também interpreta os papéis de enfermeira ou técnica de laboratório porque, bolas, já está ali mesmo e é mais fácil do que treinar um extra. Nas horas vagas [entre uma temporada e outra], Bobbin cumpre turnos nos hospitais de Los Angeles [v. trívia no St. Petersburgh Times].

Nesse outro artigo do site Oncology Times ela tem que se defender e defender seu chefe das críticas feitas pelos profissionais de saúde contra as enfermeiras retratadas nas séries - com exceção da Carla de Scrubs. Bobbin é enfermeira registrada [registered nurse ou RN] há 20 anos e atua como conselheira de séries de tv desde o começo dos anos 90.

Achei interessante ela contar que, se numa cena estão os três pupilos de House com um paciente e algum deles tem de executar uma tarefa que seja típica de enfermeira, ela pede ao diretor que seja feito por um dos médicos e não pela única mulher do grupo, para afastar a idéia preconcebida de que a profissão de enfermeira é coisa de mulher.

Será que RN equivale ao que antigamente se conhecia como "enfermeira-padrão" no Brasil?

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Anturdia, na reprise de Needle in a haystack, House tratava de um adolescente cigano quando ouvi chamarem os não-ciganos de gadje. Uia! Segundo o Wikipedia, o idioma romani deriva dos idiomas indo-arianos e, como são nômades, foi levado para a Ásia, Europa e América. Eu fiquei foi bem com a pulga atrás da orêia porque a palavra japonesa que designa o estrangeiro, aquele que não é japonês, é gaikokujin ou gaijin. Numa pesquisa rápida e superficial não achei nenhuma conexão entre as duas palavras, mas achei foi bem curioso.

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quarta-feira, janeiro 09, 2008

Ação & reação

Ilustrada: "A Rede TV! foi condenada a respeitar uma série de direitos trabalhistas, como pagar em dia e depositar o FGTS dos funcionários, além de melhorar as condições dos trabalhadores, comprando, por exemplo, portas para os boxes de chuveiros e cestos de lixos para colocar ao lado dos sanitários femininos."

Hm. Isso explica muita coisa...

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sábado, janeiro 05, 2008

Desculpe a nossa falha, de novo e outra vez

Aina no ano passado, assisti alguns minutos do noticiário da Rede TV e entendi o apelido "Errei de tv". Foram menos de 30 minutos, juro, com quatro erros: três técnicos niqui a matéria anunciada não correspondia à chamada e um cômico, quando o apresentador Marcelo Rezende disse "e agora nós vamos chamar um rapaz morto nos Estados Unidos..."

Não custa repetir: eu tenho medo do Marcelo rezesnde.

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quinta-feira, dezembro 27, 2007

Desculpem a nossa falha

Se pá ainda não corrigiram. Folga de fim-de-ano, coisetal.

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quarta-feira, dezembro 26, 2007

Belga, Madame. Não francês!

Graças à dica da Fernanda [senquiu!] consegui completar os episódios de Ugly Betty antes do previsto no IsLife. Já baixei até o ep 10 da 2ª temporada, e só faltam mais 8 pra terminar de assistir. É uma delícia ficar catando citações, referências, participações especiais, curiosidades... Tem muita referência ao Brasil, de modelos [Gisele, Alessandra, Adriana] à edição brasileira da Mode e, é claro, a cirurgias plásticas.

No episódio Swag, Betty chega mesmo a falar português com a recepcionista da Casa Brazil. O português da atriz America Ferrera não é mau e soa brasileiro, levemente acaipirado por causa do R puxado, ao contrário da recepcionista pretensamente brasileira que tem um sotaque definitivamente lusitano. Bom, acho que devo me dar por satisfeita porque pelo menos não colocaram alguém falando espanhol, né?

Papa Poirot também fica bravo quando os ingleses acham que ele é francês, porque a nacionalidade faz parte da identidade da pessoa. Da personagem, digo.

Eu não chego a ficar [muito] brava mas me incomoda o jeito genérico como tratam os orientais: tem olho puxado é japonês. Imagino que chineses, coreanos, tailandeses, malaios também não gostem muito. Recebi um exemplo perfeito disso na semana passada quando mandaram emeio avisando que a agenda da Pucca que encomendei tinha sido despachada. Decerto acharam que só porque a Hello Kitty e o Keroppi são japoneses, todo personagem infantil também é.

Custa pesquisar um pouco?

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Top Doutores Fazíveis


1- Gregory House, interpretado por Hugh Laurie em House

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sábado, dezembro 22, 2007

Top Doutores Fazíveis


2- Sheldon Hawkes, interpretado por Hill Harper em CSI: NY

* Agora ele faz parte da equipe de cientistas forenses, mas começou a série como médico-legista, antes da bicuda da Peyton.

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quarta-feira, dezembro 19, 2007

Top Doutores Fazíveis


3- Luka Kovac, interpretado por Goran Visnjic em ER - Plantão Médico

Outro médico de ER foi top fazível em 2004, o Dr. Romano - mas na categoria Semi-Carequinhas.

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segunda-feira, dezembro 17, 2007

Captain Jack Sparrow

Confesso que nunca bateu fissura de ficar baixando séries pela internet pra assistir assim que estreasse nos EUA, mesmo no caso de Ugly Betty - que esperei mais de ano. O primeiro que baixei foi o episódio de CSI niqui acontece o crossover com Without a Trace, nesta semana. Agora que abriu a porteira, faço download duas vezes por dia pelos links informados no Séries Free. Tive que instalar a extensão do Megaupload no Firefox, mas é um mal menor. Os outros hosts de arquivos, como o RapidShare, não rolam aqui.

Pelas minhas contas demorarei mais ou menos 2 semanas pra alcançar o episódio mais recente de Ugly Betty, ufa.

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sábado, dezembro 15, 2007

Top Doutores Fazíveis


4- Percival "Perry" Cox, interpretado por John C. McGinley em Scrubs

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quinta-feira, dezembro 13, 2007

Pois é

Nos episódios de Criminal Minds geralmente são feitas duas citações quando a equipe está no avião, uma na ida e uma na volta. Também geralmente eu esqueço [a citação] logo em seguida. Talvez porque o episódio desta semana tenha me interessado mais, por causa da questão moral que levantou, as citações grudaram na cabeça.

"Of all the preposterous assumptions of humanity, nothing exceeds the criticisms made of the habits of the poor by the well-housed, well-warmed, and well-fed." Herman Melville.

De todas as absurdas suposições da humanidade, nada excede as críticas feitas aos hábitos dos pobres feitas pelos que têm boa moradia, estão bem aquecidos e bem alimentados.

"Nothing is permanent in this wicked world, not even our troubles." Charles Chaplin.

Nada é permanente neste mundo difícil, nem mesmo nossos problemas.

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quarta-feira, dezembro 12, 2007

Top Doutores Fazíveis

Nova série de top fazíveis, provavelmente a última do ano; vale lembrar que o conceito batatal de "fazível", muitas das vezes, não bate com o conceito popular de "bonitinho". Depende muito mais de atitude do que de aparência física.


5- Eric Foreman, interpretado por Omar Epps em House

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segunda-feira, dezembro 10, 2007

Crossover

TeleSéries: "Depois de cinco anos, a rede americana CBS resolveu investir em mais um crossover de CSI. Desta vez Grissom e sua equipe dividiram a cena com Jack Malone e os agentes de Without a Trace."

Graças às idiossincrasias da tv paga brasileira, a segunda parte do crossover [quando duas séries participam de episódios uma da outra] vai ao ar hoje na Warner no episódio Where & Why de Without A Trace [Desaparecidos], enquanto a primeira sai sabe-deus quando no AXN [março, talvez abril de 2008].

Capaz que vou ser *obrigada* a baixar esse episódio pela Internet.

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sábado, dezembro 01, 2007

Conosco ninguém podosco!

Hah! Hoje eu tou sissi! Consegui descobrir quase tudo do caso apresentado no episódio de NCIS ontem: qual a arma do crime, o motivo, o modus operandi. Só errei o bandido porque os roteiristas deliberadamente ignoraram uma regra básica do clube do mistério.

Poste cheio de spoilers, leia por sua conta e risco. Depois não me venha com nhenhenhé.

Uma curiosidade: logo no começo, o tenente Sanders comenta que achou que tinha passado mal por causa da moqueca. Minhas incríveis faculdades dedutivas deduziram que ele esteve no Brasil: batata! Ele veio inspecionar uma usina que manipula elementos radioativos devido à "tendência histórica que os brasileiros têm de encobrir armamentos nucleares, assim como o hábito de abrigar criminosos em colaboração com a Alemanha". Não com estas palavras, mas o sentido continua o mesmo. Enfim. O tenente Sanders e seus companheiros inspetores de usinas que disfarçam suas atividades nucleares fizeram o programa típico brasileiro antes de voltar para os EUA: foram a um bar para beber cerveja e fumar charutos. Sério. Que brasileiros são vocês que não fazem isso? Ímpios. Imagino que foram atendidos por um garçom chamado Juan e pagaram a conta com notas de 10 guaranis, igual a todo mundo aqui.

O caso! Bem, *ar de superioridade* qualquer fã de Agatha Christie reconheceu imediatamente --->os sintomas de envenenamento por tálio [reportados no livro O Cavalo Amarelo - link aqui]<--- - embora eu tenha pensado também na opção --->do polônio, por causa daquele agente russo - link aqui<---. Entretanto, com a definição --->do tálio como agente, foi possível depois excluir a Rússia como suspeita de país mandante do crime, justamente por causa do ex-espião<---. E, é claro, ---> veneno é arma potencialmente feminina, então podia-se descartar o colega Mark Sedowsky da lista de suspeitos, antes mesmo dele apresentar os sintomas de envenenamento colateral <---.

Foi aí que os roteiristas tanto ignoraram a regra de ouro do clube do mistério quanto fizeram pouco caso dos espectadores: ---> a criminosa era uma mulher, sim, mas não a outra colega do tenente que fazia parte da equipe. Era uma mulher que não tinha aparecido nem sido mencionada antes, o que é muito injusto mesmo a série não sendo whodunit.<---

Não fosse por isso, eu teria matado toda a charada!

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quinta-feira, novembro 29, 2007

Serial pills

No episódio de Criminal Minds que passou na terça, a mãe da Agente Prentiss apareceu: eu fiquei olhando, olhando... Com cara de "te conheço de algum lugar". Não só pela cara [que, ademais, tava muito esticada], também pelo jeitão. Só depois, pesquisando no EpGuides, descobri que era a Sabrina, Pantera nº1, Kate Jackson, eleita a pessoa menos "gostável"* de Hollywood.

* Meu momento Read Willer: tou com preguiça de procurar tradução correta para "likeable".

Já o episódio de ontem de Ugly Betty foi totalmente fofo, com direito até à música-tema de "A Bela E A Fera"! *Ai ai*

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Segundo o SiteMeter, mais pessoas se enroscaram na questão da caneta azul, do teste abaixo. Era também a única que eu não acertaria nunca, caus que não assisti aquele filme - pras outras duas eu não tenho desculpa. Em segundo lugar nas buscas que caíram aqui está a do Mr. Pink, que é um dos meus TFF, tenho em DVD e insisto em confundir com o outro filme do mesmo diretor e com quase os mesmos atores mas que, obviamente, não é a resposta certa.

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segunda-feira, novembro 19, 2007

Sudor anglicus

Estava a assistir o episódio de ontem de The Tudors e no final me deu um desespero enorme pra tomar um banho urgente - e nem foi porque a série passa sem intervalos e era meia-noite de um dia quente e abafado, mas por causa da doença que fez o intrépido [heh] Rei Henrique VIII fugir de Londres e de sua amada [heheh] Ana Bolena, a tal "doença do suor". Imagina uma doença que faz a pessoa suar e feder, urgh. Ah, e que mata em menos tempo do que o Jack Bauer leva pra desarmar uma célula terrorista. Que desgosto.

Bão, aí fui atrás de informações sobre esse English Sweate e cabei por cair neste blogue supimpa: Depokafé - preciso dizer que eu a-do-rei? Uma variedade de temas históricos curiosos e pouco debatidos, permeado de informações interessantes. Veja o poste sobre a doença do suor, por exemplo.

Alguns cientistas modernos parecem ter entrado num consenso [=não têm certeza, mas acham que foi] de que o sudor anglicus foi uma forma de hantavírus, doença transmitida primeiro por contato com cocô de ratos [bleargh! higiene não era assunto conhecido naquela época, pelo visto] e depois feito gripe, de contaminado para outro. Boa coisa que agora tenho um gatinho, né?

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quinta-feira, novembro 08, 2007

Ugly Betty

SériesEtc.: "Mal-vestida, usando aparelho nos dentes e óculos, Betty conquistou o público americano e fez o canal ABC tirar do ar o realtity show "Extreme Makeover", em que os participantes eram submetidos a várias cirurgias plásticas para alcançarem a beleza."

Sério isso? Não tava sabendo dessa parte... Mas ontem assisti o primeiro episódio e digo que já viciei! No começo demorei pra me apegar por causa de um problema: eu assisti a novela colombiana original donde se originou esta versão americana, 2 vezes. Foi difícil desassociar uma da outra, não ficar procurando a Marceee, a Patsy Pats, o Huguinho... Tem gente reclamando orkut afora que o enredo, as personagens, as características das personagens, é tudo muito diferente mas peraê, pessoas. Se fosse igual seria uma "A Feia Mais Bela" na vida, e não é isso o que queremos, éééé?

Os elementos importantes estão ali: o humor, a ternura, o sarcasmo cortante, e mais uma coisa que não tinha na colombiana, um mistério. Pelo menos é isso que o primeiro episódio deu a entender. Outra coisa que não tinha na colombiana e é bem interessante de ver numa série americana é uma boa dose de diversidade, tanto étnica quanto sequissual: o trio principal é formado por uma latina, uma negra e um caucasiano, e se Hugo Lombardi honrava os gays na EcoModa, em Ugly Betty tem um[a] transexual.

Então, para quem quer tudo igual a Yo Soy Betty La Fea o jeito é rezar por uma reprise e encarar Ugly Betty como uma fanfic, com personagens OOC [out of character] ou não-canônicos, porque de minha parte vou acompanhar essa série nova com muito gosto.

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terça-feira, novembro 06, 2007

Tem dúvidas?

House: (toilet flushes) Hey! You know what a hemorrhoid is?
Kid: No.
House: Well, Google it.

House: [som de descarga] Ei! Você sabe o que é hemorróida?
Garoto: Não.
House: Bem, pesquise no Google.


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CATHERINE: "Great Rainone and His Little Bisque Doll." Oh, that looks like the doll images from the miniatures. What's a bisque?
GRISSOM: Fired unglazed pottery. Her biological father was Christopher Davis, a ventriloquist.
CATHERINE: A grown man who sticks his hand up the back of a doll and speaks like a girl. Sounds healthy.
GRISSOM: I Googled him.
[CSI]

Catherine: "O Grande Rainone e Sua Boneca de Biscuit". Oh, parece com as figuras de boneca das miniaturas. O que é biscuit?
Grissom: Cerâmica não vitrificada. O pai biológico dela era Christopher Davis, um ventríloco.
Catherine: Um adulto que enfia a mão por trás de uma boneca e fala feito uma garota. Parece saudável.
Grissom: Eu o pesquisei no Google.

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Idioma original e legendas de volta na Fox

2Jovem: "A partir da próxima segunda-feira, 5/11, os assinantes da SKY terão um novo recurso disponível no canal FOX (45). Será possível acionar o sistema de legendas eletrônicas em português para toda a programação."

Anturdia dei uma paradinha lá pra assistir não-lembro-o-quê, mas não agüentei 3 minutos.

"Para acionar a opção de legendas e áudio original, basta pressionar a tecla "+" (mais) de seu controle remoto e escolher a opção áudio em inglês e legendas em português."

Amanhã vou testar. Vai ser outra coisa rever Dexter [detesto a voz de gata fanha no cio da Rita, a voz de Julia Roberts da Debbie, a voz de todo mundo. Se bem que a Rita é chata até no original...].

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